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Missão Urbana

União Central Brasileira

5 Princípios Básicos para Assimilar Visitantes

 

Arn apresenta cinco importantes princípios que ajudarão a aumentar o número de visitantes

que eventualmente se tornarão membros e parte da família da igreja.

Ele acredita que quanto mais estes princípios são praticados, mais visitantes retornarão.

 

1. Princípio do tempo: Contatar os visitantes 48 antes da visita deles.

Os primeiros dois dias proporcionam um acompanhamento do visitante. Quanto mais tempo você esperar dentro dos dois primeiros dois dias, menos pessoas virão na semana seguinte.

A pessoa que vai fazer o acompanhamento não precisa (ultimamente, nem deveria) aparecer na casa do visitante sem ser convidado. Na maioria das comunidades, um estranho aparecer na porta de casa é um acontecimento que provoca ansiedade. O risco de ofender sua visita com um aparecimento inesperado é maior que o benefício do contato cara a cara. O meio de escolha é o telefone: é pessoal, intimida menos (tanto a quem liga quando a quem recebe a ligação) e é mais eficiente.

Quem liga, deve se apresentar e explicar que a ligação é simplesmente para agradecer a pessoa por comparecer ou responder a alguma questão sobre a igreja. Se não há nenhuma questão a ser respondida, quem ligou deve brevemente explicar qual será o tema da próxima reunião e convidá-lo a retornar. A melhor opção é ligar e planejar um encontro com o visitante no lugar onde acontecerá a reunião da semana seguinte e ficar com ele durante a reunião. A pessoa que ligar poderá comentar algo marcante sobre o ministério da igreja, se o assunto estiver ligado com algum interesse do visitante.

2. Princípio do Propósito: O objetivo do acompanhamento é o retorno dos visitantes.

Pesquisas ajudam a entender a importância desse princípio. Em média, nas igrejas sem crescimento, 10-12% dos que visitam pela primeira vez tornam-se ativos no período de 1 ano. Nas igrejas que estão em crescimento, aproximadamente 20% dos visitantes se tornam ativos. Contudo, existe um adicional importante, às vezes, até mais importante do que termos alguém visitando a igreja pela primeira vez: quanto mais a pessoa visita, maior a probabilidade dela permanecer. O quadro abaixo mostra que as chances de um visitante tornar-se regular dobra a cada visita.

 

 

Igrejas sem crescimento

(menos de 5% ao ano)

Igrejas em crescimento

(mais de 5% ao ano)

Visitante pela primeira vez 10-12% 18-20%
Visitante pela segunda vez 20-25% 35-40%
Visitante pela terceira vez 40-45% 55-60%

 

Uma pessoa que comparece a uma reunião duas vezes num período de vários meses tem o dobro da probabilidade de se tornar um membro regular do que uma pessoa que visita apenas uma vez.

Infelizmente, muitas igrejas estão errando ao tentarem fazer do primeiro contato, seja através da visitação ou telefonema, um “contato evangelístico” ao invés de “contato de acompanhamento. Essas igrejas erroneamente assumem que se uma pessoa visita uma vez, eles agora podem invadir suas vidas com uma ligação inesperada, com respostas inesperadas de perguntas não realizadas. O propósito do contato de acompanhamento não é nada mais, nada menos, do que ver as visitas retornarem na semana seguinte.

3. Princípio pessoal: Leigos devem ser os responsáveis em fazer o contato de acompanhamento.

A taxa de visitantes que retornam às reuniões dobra quando os membros contatam os visitantes. Tão verdadeiro quanto isso é o fato de que quando os pastores ligam, o número de visitantes cai pela metade.

Por que mais visitas retornam ao chamado dos membros do que pelo chamado dos pastores? Certa vez em um dos meus seminários um pastor meditou: “pastores são pagos para serem bons, os membros leigos são bons em troca de nada”! Quando os recém chegados são contatados pelos pastores, sabem que eles são pagos e que faz parte do seu trabalho ligar para os visitantes.

Como você pode achar um grande número de membros dispostos a servirem como anfitriões, telefonistas ou visitadores para fazer acompanhamento das visitas? O segredo é pedir por ajuda de vez em quando. Algumas igrejas recrutam membros para trabalharem em longo prazo como recepcionistas ou coordenadores de interessados. Os membros podem escolher as datas para recepcionar ou ligar, e até trocar com outros membros caso surja algum conflito. O processo envolve muitos membros e é o mínimo de trabalho que se espera de alguém da igreja.

4. Princípio do caminho de entrada: Criar novas oportunidades para os visitantes se envolverem.

Dois termos similares, porém diferentes que surgiu do movimento de crescimento de igrejas são: “evento de entrada” e “caminho de entrada”. Um evento de entrada é uma atividade de grande visibilidade patrocinada pela igreja com o propósito de atrair os visitantes. Uma boa estratégia incluirá uma variedade de eventos de entrada (festivais na comunidade, palestras para os pais, cantatas de Natal, dia dos amigos, desjejuns, palestras para divorciados, feira de saúde, etc.).

Porém, eventos de entrada, sozinhos, não aumentam o crescimento da igreja. Basta verificar as adições recentes à função de membro como um resultado das últimas cantatas de Natal ou programas especiais. Eventos de entrada apresentam a igreja às novas pessoas, mas se isso é tudo o que a igreja oferece às visitas, geralmente elas se mantém como observadoras. Você precisa de um “caminho de entrada” – uma maneira das pessoas se envolverem  nas atividades da igreja onde eles possam se sentir confortáveis e possam construir um relacionamento com as pessoas. Esses caminhos de entrada podem ser um Pequeno Grupo, uma classe especial, alguma atividade onde eles possam se sentir como participantes, não só observadores.  Quanto mais os visitantes ficam expostos às mensagens de Deus e ao povo de Deus, mais eles se sentirão confortáveis. Um caminho de entrada é baseado nas necessidades e interesses daqueles que frequentam  os eventos de entrada, providenciando oportunidades para as pessoas de se envolverem  em áreas que são importante para elas.

Uma consequência importante da participação dos visitantes nos caminhos de entrada é a amizade que eles fazem com outros membros da igreja.  Pesquisas indicam que 75% a 90%  das pessoas vão a uma igreja porque já conhecem um amigo ou um parente frequentando aquela igreja. Quanto mais amigos de dentro da igreja as pessoas da igreja fazem, mais confortáveis eles estarão na igreja e provavelmente irão querer continuar nela. Eventos de entrada são as “portas” para a igreja, caminhos de entrada são as “salas” onde elas vão se reunir.

5. Princípio da Infra-Estrutura: Quanto maior o número de pequenos grupos, mais as visitas vão participar.

Pequenos Grupos são os melhores caminhos de entrada para os visitantes se tornarem ativos, membros responsáveis. Isso é um suplemento para o crescimento espiritual deles, assim como a construção de relacionamentos, que são as chaves para a assimilação. A maioria das igrejas precisa de mais pequenos grupos do que já possuem no presente para efetivar a assimilação dos visitantes. Você tem o suficiente? Veja as relações do quadro abaixo:

 

 

Relação para Pequenos Grupos – 7:100

Para cada 100 membros ativos, uma igreja deveria ter 7 pequenos grupos. Essa relação proporciona grupos suficientes para que todos que queiram se envolver, possam fazê-lo.

 

 

Relação de Envolvimento dos Visitantes – 8:10

80% de todos os novos membros deveriam se envolver em um pequeno grupo durante seis meses. Novos membros estão mais dispostos a participar de um grupo do que membros que já estão a um prazo longo.

 

 

Relação de Grupos Novos – 1:5

20% dos grupos da sua igreja devem ter começado dentro dos últimos dois anos. Nove de cada dez grupos em sua igreja perdem sua habilidade de incorporar pessoas novas após o período de dois anos. Por causa desse “ponto de saturação”, é essencial começar novos grupos regularmente  para que os visitantes possam participar.

 

 

Ser um bom mordomo para esses novos homens, mulheres e crianças que Deus levou até a “esfera” da igreja exige de nós o mesmo cuidado que o próprio Jesus  tinha. Nesse processo, você será um participante ativo no comando de Cristo em “ir e fazer discípulos”.

 

 

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